Ler resumo
Prestes a estrear o quadro “Filhos de Quem”, na Record, João Augusto Liberato falou ao hugogloss.com sobre a carreira na TV, a relação atual com a família. Ele ainda comentou a venda da mansão em Orlando, nos EUA, e o apoio de Faustão em sua trajetória.
João Augusto Liberato está pronto para dar o start em seu novo quadro no “Domingo Espetacular“. A partir deste domingo (11), o filho de Gugu Liberato comandará o “Filhos de Quem”, em que entrevista pessoas que cresceram sob a fama dos pais, mas que buscam construir a própria trajetória. Em entrevista exclusiva ao hugogloss.com, o jovem, de 24 anos, falou sobre os planos na TV e o apoio de Faustão. João ainda abriu o jogo sobre a atual relação com a família e a venda da mansão, nos Estados Unidos.
‘Filhos de Quem’ Além da entrevista tradicional, o novo quadro incluirá desde visitas a locais marcantes na história dos convidados até a memórias familiares que carregam o peso de um sobrenome conhecido. Para a grande estreia, João acompanhará de perto a relação entre Chitãozinho, da dupla com Xororó, e o filho Enrico. Ao todo, sete episódios foram gravados para a primeira temporada.
Antes de assumir a atração, o filho de Gugu foi apresentado ao público em “João Liberato em Construção”, que estreou em janeiro no dominical e acompanhou toda a sua preparação. Diante da boa repercussão, ele teve seu contrato renovado recentemente pelo canal paulistano. “Foi uma sensação muito boa, eu fiquei muito feliz“, admitiu. “O primeiro quadro foi bem, teve uma repercussão boa, independente de não ter sido perfeito, e essa era a ideia do primeiro quadro, era o meu aprendizado. Então, receber a notícia da Record que teve um segundo quadro foi muito especial para mim. Isso demonstra reconhecimento do meu trabalho“, declarou. “Filhos de Quem” estreia neste domingo (11), a partir das 18h30, na Record. (Foto: Divulgação) Família Prestes a acompanhar a rotina das famílias dos famosos, o apresentador também comentou a atual relação com a mãe, Rose Miriam Di Matteo, e as irmãs gêmeas, Marina e Sofia. Mesmo discretos, eles estiveram sob os holofotes desde a morte de Gugu, em 2019, e chegaram a ficar em lados opostos em um processo judicial. João, porém, esclareceu que qualquer desentendimento já ficou no passado. “A minha relação com minha mãe e minhas irmãs é uma relação muito boa. Tivemos problemas no começo, depois da morte do meu pai, só que isso se resolveu“, garantiu. Ele também aproveitou para esclarecer uma “contradição” sobre o assunto. “Uma coisa que as pessoas acreditavam na época é que eu fiquei contra a minha mãe, que ficamos brigados. Óbvio que houve discordâncias entre a gente, mas isso não foi verdade. Eu e minha mãe sempre fomos muito, muito próximos. O amor que minha mãe tem por mim e o amor que eu tenho pela minha mãe, pela minha família, pelas minhas irmãs, é muito grande, muito forte“, salientou. Continua depois da Publicidade Venda da mansão Em agosto deste ano, a mansão onde Gugu morou com a família em Orlando, nos Estados Unidos, foi colocada à venda por US$ 2,8 milhões, cerca de R$ 14,4 milhões na cotação atual. João explicou a decisão. “É verdade, a casa está à venda, não foi vendida ainda. A razão pela qual colocamos a casa à venda é simplesmente porque ninguém mora na casa mais, a casa é grande. Na época morávamos eu, minha mãe, minhas irmãs, e meu pai nos visitava com muita frequência, então, precisávamos de uma casa daquele tamanho. Hoje em dia, uma das minhas irmãs mora na Califórnia, faz faculdade lá, a outra faz faculdade em Miami e minha mãe aluga uma casa em outra cidade, em Orlando, inclusive vai se mudar para São Paulo. Então, não faria sentido mais a gente ficar com aquele imóvel, por isso está à venda“, detalhou. Áudio de Faustão João também falou sobre as suas referências na TV e contou que recebeu o apoio de Faustão, que, durante anos, competiu por audiência com Gugu e, hoje, também vê o filho, João Silva, à frente das câmeras. “Na época da véspera do transplante de coração dele, ele me mandou um áudio pelo Instagram do João Silva, que eu fiquei muito feliz e surpreso também. Foi um áudio muito bonito. Foi basicamente o Faustão falando que gostaria de marcar um encontro, falando que se eu precisar de ajuda no que for para falar com ele, então ele se disponibilizou a me ajudar no que fosse. Me chamou para ir na casa dele, para um jantar. Então, poder ouvir isso do Faustão é algo muito especial para mim. Eu não tenho o meu pai aqui hoje para poder me ajudar em muitas coisas da vida. Então, poder ouvir isso do Faustão naquela época foi algo que me tocou muito“, compartilhou. João Augusto elogiou a relação com a família (Foto: Reprodução/Instagram) Gugu e o auditório Mesmo sendo filho de um dos maiores ícones da TV, o jovem pretende mostrar a própria identidade. “Eu acho que eu não gostaria de ser uma cópia do meu pai, eu acho que eu tenho muito a mostrar para o público, eu acho que o público ainda tem que conhecer de verdade quem é o João Liberato. Mas tem muitas coisas que eu abraço que são características do meu pai como comunicador“, destacou ele, acrescentando que também tem vontade de fazer programas de auditório. “Tenho essa vontade porque eu sempre gostei da energia do público à minha volta, do carinho do público, eu acho que isso tem tudo a ver com o meu pai“, completou. Continua depois da Publicidade Leia a entrevista completa HG: João, esse é o segundo quadro no “Domingo Espetacular”, e recentemente, você teve seu contrato renovado pela Record. Como foi a sensação? JA: Foi uma sensação muito boa, eu fiquei muito feliz. De gratidão, a sensação foi de gratidão. O primeiro quadro foi bem, teve uma repercussão boa, independente de não ter sido perfeito e essa era a ideia do primeiro quadro mesmo, era o meu aprendizado. Então, receber a notícia da Record que teve um segundo quadro foi muito especial para mim. Isso demonstra reconhecimento do meu trabalho. Foi muito bom, eu fiquei muito feliz. HG: No quadro, você entrevistará os filhos dos famosos, e os respectivos pais, abordando os chamados ‘nepobabies’, e também aqueles que seguiram uma carreira longe dos pais. Quem você entrevistou que mais te impactou pela história? JA: Todos me impactaram de alguma forma. Falando de filhos, falando do repertório da carreira dos filhos, eu acho que o que mais me impactou dessa forma foi a Chiara, filha do Victor Belfort, ex-lutador de UFC. Eu percebi ali na família Belfort, na Chiara, uma determinação muito grande ao trabalho. A Chiara, por exemplo, faz corridas, ela pula barreiras lá nos Estados Unidos. E dá pra ver o foco dela, ela é uma menina que se dedica muito ao trabalho. O Victor Belfort está todos os dias nos treinos que ela faz, já fez vários tipos de esportes diferentes, é uma menina que dorme cedo, acorda cedo, ela é muito focada. E eu observei aquilo e isso me tocou, eu achei que teve um impacto muito grande, que isso demonstra resiliência, demonstra a vontade dela de querer chegar ao topo, ser uma campeã igual ao Victor Belfort. Então, eu acho que a Chiara mostrou determinação e o apoio dos pais, tanto da mãe quanto do pai. HG: Até que ponto ser filho do Gugu abriu portas para você, e como isso passou a se tornar uma cobrança para estar à altura, praticamente inalcançável, de um dos maiores ícones da história da TV? JA: Ser filho do Gugu traz muitas oportunidades, muitas portas abertas. Eu não tenho o que reclamar, mas existe sim a cobrança, sempre existiu e sempre vai existir, porque o meu pai foi um baita de um comunicador, um dos maiores comunicadores do Brasil, da história da televisão brasileira. Então, sempre vai haver uma cobrança sobre a minha pessoa, só que isso faz parte e eu tenho que usar essas portas que abrem pra mim, essas oportunidades de uma maneira positiva, focar no meu trabalho, mostrar quem é o João Liberato de verdade. E sempre vão ter críticas, eu tenho que aprender a usar essas críticas de uma forma positiva, porque sempre vai haver uma comparação, uma cobrança entre eu e meu pai. Eu acho que o segredo é focar no meu trabalho e abraçar as oportunidades e as portas que são abertas por ser filho do meu querido pai. Continua depois da Publicidade HG: Quantos episódios foram gravados, e qual rotina mais te surpreendeu? JA: Eu gravei sete episódios, sete filhos diferentes. Eu acho que a rotina que mais achei curiosa, talvez, todos têm sua própria personalidade, sua própria rotina, só que eu acho que a do Dudu [Barrichello] é muito interessante, ele corre, ele disputa corridas internacionais na Europa, ele é patrocinado pelo Aston Martin, então ver ali o treinamento dele, ele tem um simulador de carros, não é um videogame, é um simulador mesmo de corrida em casa e é muito curiosa essa rotina dele de treinamento, disputar os campeonatos fora do Brasil, a corrida em si é algo muito curioso. HG: Até o momento, você tem atuado mais com reportagens na TV. Você tem vontade de partir para a apresentação de um auditório, assim como o seu pai se consagrou? JA: Tenho essa vontade porque eu sempre gostei da energia do público à minha volta, do carinho do público, eu acho que isso tem tudo a ver com o meu pai. Meu pai tinha essa proximidade com o público e eu tenho isso em mim também, eu gosto de sentir a aproximação do público. Então, o programa de auditório, eu ficaria muito orgulhoso de ter essa oportunidade, poder apresentar um programa onde eu sinto a energia das pessoas ali à minha volta. “Filhos de Quem” contará com sete episódios na primeira temporada. (Foto: Divulgação) HG: Desde que você passou a atuar na TV, uma parte dos telespectadores apontou que faltaria carisma ou o chamado “molho” para você. Como você encara esse tipo de crítica e qual sua resposta para essas pessoas? JA: Eu acho que essas críticas no começo me deixavam tristes, me deixavam para baixo, me fez pensar várias vezes, ‘será que eu tenho mesmo o talento, o dom? Ou será que eu tô nessa só porque eu sou filho do Gugu Liberato?’. Isso me fez pensar muito, só que eu aprendi a usar as críticas de uma maneira construtiva. Esse é o tipo de crítica que eu posso usar para melhorar, porque existem críticas maldosas, existem críticas que não são feitas para a sua construção. Só que esse tipo de crítica eu abraço, eu me coloco no lugar do público e eu sempre tento melhorar. Então, eu passei a aprender a usar esse tipo de crítica ao meu favor. HG: Existe alguma coisa que você deliberadamente não quer copiar do seu pai na televisão? E qual característica profissional do Gugu você gostaria que estivesse cada vez mais presente no seu trabalho? JA: Eu acho que eu não gostaria de ser uma cópia do meu pai, eu acho que eu tenho muito a mostrar para o público, eu acho que o público ainda tem que conhecer de verdade quem é o João Liberato. Mas tem muitas coisas que eu abraço que são características do meu pai como comunicador. O carisma dele, a facilidade dele de se expressar para o público, aquela coisa da aproximação com as pessoas, as pessoas amavam o meu pai porque ele era uma pessoa sincera, transparente, uma pessoa carinhosa com as pessoas, humilde. Então, tem muitas coisas que eu gostaria de abraçar da pessoa que meu pai foi, tanto da pessoa quanto na forma profissional, como comunicador. É difícil pensar numa coisa que, como eu disse, eu não quero ser uma cópia do meu pai, mas acho que eu não consigo pensar numa coisa que eu não gostaria de copiar. Meu pai foi uma pessoa muito boa, um grande comunicador, tudo que ele se envolvia assim na televisão, na mídia, dava certo porque tinha os dedos dele, a mão dele ali, o trabalho dele envolvido. Então, acredito que não. Continua depois da Publicidade HG: Você acha que teria escolhido a televisão se não fosse filho do Gugu? JA: Provavelmente não, porque eu não teria a influência que meu pai teve, que ele me passou, não teria a influência do público também. Então, eu acredito que se eu não fosse filho do Gugu, eu não estaria na mídia não. Eu acho que eu nem sei como responder isso, porque eu já nasci no mundo da televisão. Desde pequeno eu ia no SBT, na Record, então a televisão fez parte da minha vida. Eu nem consegui imaginar como minha vida seria se a televisão não tivesse envolvida, se eu não fosse filho do meu pai. O que eu sei é que, com a influência do meu pai, da mídia, do público, eu sempre tive o interesse de estar na frente das câmeras, de me expressar, mostrar as coisas para o público. Então, é difícil responder se eu estaria ou não na televisão se meu pai não fosse o meu pai. Agora, o que eu não posso negar é que ser filho do Gugu Liberato me abriu muitas portas, me deu muitas oportunidades e continua abrindo portas para mim. HG: Nesse quadro, inevitavelmente, você vai mostrar um pouco da rotina das famílias dos famosos. Nos últimos anos, a sua família, sempre discreta, esteve sob os holofotes, de forma muito intensa. Você e sua mãe, e suas irmãs, chegaram a ficar em lados opostos num processo judicial. Como está hoje a relação com a sua mãe e com as suas irmãs? JA: A minha relação com minha mãe e minhas irmãs é uma relação muito boa. Tivemos problemas no começo, depois da morte do meu pai, só que isso se resolveu. Uma contradição, uma coisa que as pessoas acreditavam na época, é que eu fiquei contra a minha mãe, que ficamos brigados. Óbvio que houve discordâncias entre a gente, mas isso não foi verdade. Eu e minha mãe sempre fomos muito, muito próximos. O amor que minha mãe tem por mim e o amor que eu tenho pela minha mãe, pela minha família, pelas minhas irmãs, é muito grande, muito forte. E, respondendo à pergunta, temos uma relação muito boa. Inclusive, quando minha mãe vem ao Brasil, ela dorme aqui em casa, minhas irmãs também. Então, temos uma relação ótima, com muito amor envolvido, muito amor e carinho. Sem o meu pai aqui hoje, e já nos últimos anos, a gente se uniu muito, porque o que meu pai sempre falava, família é a coisa mais importante nas nossas vidas. Então, a união é muito importante, foi muito importante nesses últimos anos sem meu pai e sempre será até o final das nossas vidas. João Liberato não quer que as pessoas o vejam como “cópia” do pai. (Foto: Reprodução; Instagram/ Divulgação; Record) HG: Recentemente, veio à tona, que você teria colocado à venda, a mansão que vocês moravam, em Orlando. Que essa casa teria sido passada para o seu nome e você a colocou para venda. Procede isso? Já foi vendida? Por que você decidiu vender? Você não tem mais interesse em morar nos EUA? JA: É verdade, a casa está à venda, não foi vendida ainda. A razão pela qual colocamos a casa à venda é simplesmente porque ninguém mora na casa mais, a casa é grande, na época morava eu, minha mãe, minhas irmãs e meu pai nos visitava com muita frequência, então precisávamos de uma casa daquele tamanho. Hoje em dia, uma das minhas irmãs mora na Califórnia, faz faculdade lá, a outra faz faculdade em Miami e minha mãe aluga uma casa em outra cidade, em Orlando, inclusive vai se mudar para São Paulo, então não faria sentido mais a gente ficar com aquele imóvel, por isso está à venda. Sobre ficar no Brasil ou nos Estados Unidos, eu sempre pretendo morar no Brasil, só que eu tenho documentos americanos, eu tenho green card, eu tenho residência permanente nos Estados Unidos. Esse documento é muito importante, eu passei grande parte da minha vida lá, então eu me imagino morando nos dois lugares, indo e voltando de São Paulo para o Brasil, mas obviamente passando mais tempo em São Paulo. São Paulo não, dos Estados Unidos para o Brasil. Dos Estados Unidos para o Brasil, mas obviamente passando mais tempo em São Paulo, que é onde eu posso trabalhar em cima da minha carreira. A casa não é minha, a casa é dividida entre eu e minhas irmãs. HG: Você já namorou por anos uma jovem nos EUA. E agora, está solteiro? JA: É verdade, namorei uma americana por muito tempo, na verdade, cheguei a morar com ela, morei alguns anos e namoramos por cinco anos. Agora, eu estou solteiro sim. Eu acho que isso é um assunto difícil de falar, porque quando eu falo, as pessoas só falam assim, mas você é jovem e tal. Mas eu falo para as pessoas que é muito difícil para mim achar uma pessoa, aquela pessoa certa, uma pessoa que… Tudo bem, eu entendo que se eu namorar agora não será, não quer dizer que vai ser a pessoa prazo da minha vida, só que eu tenho essa coisa dentro de mim que se eu for me envolver romanticamente com uma pessoa, eu tenho que ter aquela mentalidade que essa é a pessoa, eu vou trabalhar em cima desse relacionamento. Então, é muito difícil para mim, mas respondendo a pergunta, eu sou solteiro. Continua depois da Publicidade HG: Outro nepobabie, também filho de um icônico apresentador dominical, anda fazendo sucesso na TV. Você tem acompanhado o João Silva, filho do Faustão, no SBT? Vocês já trocaram mensagens a respeito desse momento parecido que vivem hoje? JA: Eu acompanho o João Silva, sim. Admiro muito ele, admiro o trabalho dele. Ele é um cara muito focado. E eu não tenho uma relação de parceria, amizade, assim, com o João Silva. Gostaria de ter, porque eu achei a gente muito parecido em muitas coisas, muitos aspectos. Mas, por enquanto, eu ainda não tenho essa relação próxima com ele. Mas admiro muito ele, acho uma pessoa muito humilde. E acho que ele está mandando muito bem no SBT, nas redes sociais. E torço por ele, torço muito por ele. HG: Infelizmente, seu pai não está aqui para acompanhar a sua trajetória. Que famoso que te apoiou nessa empreitada na TV, ou que te mandou alguma mensagem, conversou contigo, e que te comoveu? JA: Olha, eu acho que um grande exemplo disso foi o próprio Faustão. Na época da véspera do transplante de coração dele, ele me mandou um áudio pelo Instagram do João Silva, que eu fiquei muito feliz e surpreso também. Foi um áudio muito bonito. Foi basicamente ele falando para mim, o Faustão falando que gostaria de marcar um encontro, falando que se eu precisar de ajuda no que for para falar com ele, então ele se disponibilizou a me ajudar no que fosse. Me chamou para ir na casa dele, para um jantar.Então, poder ouvir isso do Faustão é algo muito especial para mim. Eu não tenho o meu pai aqui hoje para poder me ajudar em muitas coisas da vida. Então, poder ouvir isso do Faustão naquela época foi algo que me tocou muito. Embora não ter feito essa conversa com ele, saber que ele se disponibilizou a isso, ainda mais num tempo tão sensível para ele, é muito bom. Foi muito bom para mim ouvir aquilo dele. HG: Por fim, qual ‘nepobaby’ você mais admira? JA: Eu gosto de vários. Eu posso dar exemplo de alguns dos filhos que eu entrevistei, que eu admiro todos. Eu acho que o Enrico, o filho do Chitãozinho, é um grande exemplo. Dá para ver que ele quer seguir os passos do pai, que está focado. Dá para ver que o Dudu Barrichello se orgulha muito do trabalho do pai, e quer fazer sucesso na corrida também. O João Silva é um grande exemplo. O filho do Leonardo, o João Guilherme. O Zé Felipe também. Eu acho que os dois são muito focados. Dá para ver que são pessoas que estão fazendo sucesso e são focadas. Você vê que eles têm a vontade de buscar o sucesso. Eu admiro muito isso nas pessoas.
Siga o Hugo Gloss no Google Discover e acompanhe nossas notícias
Fonte: hugogloss.uol.com.br