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A Justiça da Coreia do Sul tomou uma decisão nesta segunda-feira (22) sobre o caso da brasileira de 30 anos presa suspeita de perseguir o cantor JungKook, integrante do grupo de K-Pop BTS. Ela foi condenada a pena de um ano de prisão e dois anos de condicional. A mulher foi presa em flagrante em janeiro, após causar perturbação em frente à casa do astro.

A brasileira chegou a ir 22 vezes à casa do cantor em um único mês. Em uma das noites, ela tocou a campainha 133 vezes. Além disso, a mulher também aproveitou a entrada de um entregador e invadiu a propriedade. Depois disso, ela recebeu advertência da polícia. A família de JungKook, inclusive, solicitou uma ordem de restrição e ele pediu punição severa.
Mesmo com tudo isso, a brasileira não cumpriu a ordem e voltou à residência. Ela chegou a deixar fotos e outros materiais impressos no local. “A mulher foi presa em flagrante delito, recebeu uma advertência para não se aproximar de Jungkook durante a investigação policial e foi liberada, mas ainda assim cometeu crimes de perseguição e não cumpriu as medidas de proteção de emergência”, declarou o tribunal, segundo a Star News. O tribunal considerou a conduta da mulher como grave. Depois do julgamento ser concluído, ela deve ser deportada da Coreia do Sul. Brasileira já havia ido a casa de JungKook outras vezes. (Foto: Divulgação/ Big Hit Music) Uma parente afirmou que a brasileira é da Paraíba, mas morava em São Paulo há pelo menos dois anos. Ela não avisou a família que viajaria para Seul, em novembro. A familiar contou que eles estão tentando trazê-la de volta ao Brasil por considerarem que a situação é de urgência, já que a mulher estaria em surto por acreditar que JungKook é “o grande amor da sua vida”. “Ela saiu da Paraíba e foi para São Paulo trabalhar há algum tempo. Tentei ajudá-la a continuar o tratamento psicológico que fazia na cidade dela, mas ela não aceitou. Descobrimos que ela estava na Coreia do Sul pelas redes sociais, o que foi um grande susto. Ela conseguiu guardar um dinheiro depois de pedir ajuda à mãe e foi sozinha. Estamos extremamente preocupados, porque a situação está piorando”, relatou a parente ao g1. Continua depois da Publicidade De acordo com a familiar, os médicos apontam que a brasileira tem transtorno mental e necessita de medicação controlada: “Se o governo deportar ela para cá, será bem melhor, porque poderemos levá-la para a casa da mãe. Do jeito que está, pode acontecer algo pior”, afirmou.

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Fonte: hugogloss.uol.com.br