Ler resumo Harry e Meghan queriam conciliar a vida na família real britânica com uma rotina independente, mas a rainha Elizabeth II teria rejeitado a proposta durante a Cúpula de Sandringham, em 2020, segundo um amigo do casal.
Harry e Meghan Markle nunca concordaram com os termos apresentados pela rainha Elizabeth II para que eles deixassem a coroa britânica. Um amigo do casal revelou à revista Hello que a atual situação do duque e da duquesa de Sussex foi “imposta” a eles pela então monarca, durante a Cúpula de Sandringham. Em 2020, os dois anunciaram o afastamento definitivo das funções como membros seniores da família real.
A fonte contou que Harry e Meghan tinham a intenção de dividir a vida entre a família real e uma rotina “normal”, em um meio-termo. A proposta, no entanto, foi recusada pela rainha, que teria imposto sua decisão. “Eles nunca concordaram que não ficariam ‘meio dentro, meio fora’. Foi isso que foi decidido e imposto a eles”, disse. Harry e Meghan retornaram à Inglaterra após seis anos (Foto: Reprodução/Instagram) Os termos da renúncia do casal como membros seniores da família real britânica foram acordados na chamada Cúpula de Sandringham, realizada na residência de campo Sandrigham House, em Norfolk. A reunião foi convocada às pressas em 13 de janeiro de 2020, após Harry manifestar o desejo de se afastar da coroa. Continua depois da Publicidade Na ocasião, a rainha Elizabeth II ainda estava viva e articulou como seria todo o processo. A monarca rejeitou a proposta do casal de permanecer “meio dentro, meio fora” da realeza e declarou que Harry e Meghan não poderiam representar a monarquia enquanto buscavam interesses comerciais privados. Passados seis anos da saída oficial, o amigo garantiu que o duque e a duquesa de Sussex já se acomodaram. “Isso não os incomoda”, destacou. “Eles estão simplesmente vivendo suas vidas e podem fazer isso porque são financeiramente independentes”, acrescentou.
O casal também estaria feliz com a recepção dos britânicos na primeira aparição pública desde a mudança, em Nottingham. Segundo uma pessoa próxima ouvida pela revista People, os dois teriam ficado “encantados” com a visita. “Todos saíram de lá se sentindo muito positivos e genuinamente emocionados com o amor e o apoio que receberam”, contou. Harry e Meghan deixaram as funções reais em 2020 (Foto: Getty) Fontes ouvidas pela revista Hello revelaram ainda que o duque e a duquesa de Sussex já programaram algumas aparições conjuntas para o ano que vem. No entanto, Harry deverá focar em compromissos individuais, como os Jogos Invictus, em Birmingham, enquanto Meghan administra sua marca “As Ever”. Harry e Meghan voltaram ao Reino Unido recentemente Na semana passada, Harry e Meghan fizeram uma série de visitas a instituições de caridade, o que gerou comparações com compromissos semelhantes que realizavam enquanto membros ativos da família real britânica. Continua depois da Publicidade O casal retornou ao país em setembro, depois de seis anos vivendo em Montecito, na Califórnia, nos Estados Unidos. Pouco após a mudança, o rei Charles III emitiu um comunicado através do Lorde Chamberlain reiterando que a volta de Harry e Meghan não representava a retomada de suas funções reais. A carta afirmava que os dois “já não são membros ativos da família real” e que o seu trabalho de beneficência “é uma questão pessoal de ambos e é realizado a título privado. Em suma, a sua posição é semelhante à de cidadãos comuns com interesses comerciais e de beneficência.” Harry e Meghan voltaram ao Reino Unido após 6 anos nos EUA (Foto: Getty) Neste sábado (17), uma fonte ouvida pelo The Times revelou que Harry e Meghan “detestam” a expressão “membros ativos da família real”, usada pelo monarca. “Ele odeia, ela odeia”, disse o insider. “Eles não ‘trabalham’ para a instituição, mas são membros da família real e trabalham”, rebateu.
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Fonte: hugogloss.uol.com.br