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O look escolhido por Bad Bunny no show de intervalo do Super Bowl, neste domingo (8), chamou a atenção dos internautas. Diante das especulações, o nome e o número que ele usou em um das peças foram desvendados.

Bad Bunny marcou a história do Super Bowl. Primeiro artista latino a cantar predominantemente em espanhol, o porto-riquenho entregou uma performance icônica, neste domingo (8), no Levi’s Stadium, na Califórnia, repleta de homenagens a suas origens.

Uma delas foi a roupa escolhida para a apresentação. O artista iniciou o seu show com um look off-white, que incluía camisa social e gravata sob outra camisa que fazia alusão ao futebol americano. A peça trazia o nome “Ocasio” e o número 64.
Nas redes sociais, internautas que acompanharam o show de intervalo criaram diversas teorias. Alguns afirmaram que os dígitos seriam uma referência ao ano de nascimento de Lysaurie, mãe de Bad Bunny. Outros falaram que se tratava de uma homenagem ao seu álbum de 2020, “El Último Tour del Mundo”, o primeiro em espanhol a alcançar o topo da Billboard 200 em 64 anos. Peça usada por Bad Bunny no SuperBowl trazia o nome “Ocasio” e o número 64. (Foto: Getty) No entanto, segundo o Daily Mail, o número foi uma homenagem ao seu falecido tio, que jogava o esporte e usava o 64 na camisa. Quanto à palavra “Ocasio”, trata-se de uma referência ao sobrenome da mãe e ao seu nome verdadeiro, Benito Antonio Martínez Ocasio. Com styling de seus colaboradores frequentes, Storm Pablo e Marvin Douglas Linares, Bad Bunny também vestiu outro look no show: um terno claro de corte reto e óculos de sol. Ele complementou o visual com um relógio suíço Audemars Piguet, avaliado em US$ 75 mil, cerca de R$ 390 mil, brincos de diamantes e um Badbo 1.0 nos pés, seu tênis em colaboração com a Adidas. Continua depois da Publicidade Os dois looks de Bad Bunny foram criados pela Zara, varejista lançada na Espanha em 1975 e que se tornou global. A escolha pela marca, segundo a revista People, consolidou sua cultura para a performance. “Eu queria que ele tivesse algo pessoal e único, que sempre simbolizasse essa apresentação histórica“, declarou Linares, em comunicado. Em nota, um porta-voz da varejista também comentou sobre a apresentação do porto-riquenho. “Foi um show incrível. Benito fez um show memorável. Que roupa fantástica!“, disse. Embora já tivesse passado pelo evento em 2020, quando dividiu o palco com Shakira e Jennifer Lopez, esta foi a primeira vez em que o artista assumiu o comando do espetáculo. Karol G, Cardi B, Jessica Alba, Pedro Pascal na Casita. (Foto: Getty) A performance ganhou ainda mais visibilidade por ser considerada um gesto contra as recentes políticas de imigração dos Estados Unidos. A estética da apresentação remeteu à residência dos mais de 30 shows de Bad Bunny em Porto Rico, incluindo a famosa Casita. A área reservada ainda contou com Karol G, Cardi B, Jessica Alba, Pedro Pascal e outros artistas latinos. Em um momento inesperado, Lady Gaga apresentou uma versão de salsa de “Die With a Smile”. Já Ricky Martin surgiu sentado nas famosas cadeiras de plástico que representam a capa do álbum e cantou “LO QUE LE PASÓ A HAWAii”. Para fechar com chave de ouro, o coelhão ainda apareceu com as bandeiras de todos os países da América Latina. Assista ao show completo:

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Fonte: hugogloss.uol.com.br