Ler resumo Blake Lively teve parte do processo contra Justin Baldoni rejeitada por um juiz nos EUA. A decisão mantém alguns pontos na Justiça. Entenda o que foi descartado e o que ainda será julgado.
O juiz que analisava a disputa entre Blake Lively e Justin Baldoni recusou a acusação de assédio sexual que a atriz fez contra o diretor. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (2) pelo TMZ. De acordo com o portal, o magistrado negou 10 dos 13 pedidos de Lively.
A decisão foi tomada pelo juiz federal Lewis Liman, que considerou que a base legal usada pela atriz não se aplicava ao caso. Isso porque Lively utilizou uma legislação da Califórnia para sustentar a acusação, enquanto os fatos relatados teriam ocorrido durante as filmagens de “É Assim Que Acaba” em Nova Jersey.
Além disso, o juiz também rejeitou acusações de difamação e conspiração feitas pela atriz. Apesar das negativas, três pontos do processo seguem válidos e irão a julgamento: quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação. A audiência está marcada para 18 de maio. Continua depois da Publicidade No processo, Lively acusa Baldoni de ter ultrapassado limites durante as gravações. Entre os episódios citados estão um beijo que, segundo ela, não estava previsto no roteiro, a entrada do diretor em seu trailer enquanto ela amamentava e comentários considerados impróprios. Outro episódio descrito pela atriz envolve uma cena em que, segundo documentos judiciais, o diretor teria se aproximado fisicamente de forma desconfortável. Ainda assim, a defesa de Baldoni apresentou imagens de bastidores para contestar as acusações e afirmou que tudo ocorreu dentro do contexto da cena. A briga judicial em Blake e Justin começou em dezembro de 2024, após o lançamento de “É Assim Que Acaba” (Foto: Getty) A equipe jurídica do diretor celebrou a decisão judicial. “Essas foram acusações muito sérias, e somos gratos ao Tribunal pela análise cuidadosa dos fatos, da legislação e das volumosas provas apresentadas. O que resta é um caso significativamente mais restrito, e estamos ansiosos para apresentar nossa defesa às acusações restantes no tribunal”, declarou. Já os advogados de Lively afirmaram que a rejeição da acusação de assédio não significa ausência de irregularidades. “Não porque os réus não tenham feito nada de errado, mas porque o tribunal determinou que Blake Lively era uma profissional autônoma, não uma funcionária”, explicaram. Continua depois da Publicidade A defesa da atriz também reforçou que o foco do processo continua sendo outro ponto central: “Este caso sempre foi e continuará sendo focado na retaliação devastadora e nas medidas extraordinárias que os réus tomaram para destruir a reputação de Blake Lively porque ela defendeu a segurança no set de filmagem, e é esse caso que irá a julgamento. Ela está ansiosa para depor no julgamento e continuar a chamar a atenção para essa forma cruel de retaliação online, para que se torne mais fácil detectá-la e combatê-la”. Blake e Baldoni como Lily e Ryle em “É Assim Que Acaba” (Foto: Reprodução/Sony Pictures) O embate judicial começou após Lively acusar Baldoni de criar um ambiente de trabalho hostil durante as filmagens. A atriz também alegou ter sofrido prejuízos financeiros milionários devido à repercussão do caso. Por outro lado, o diretor nega as acusações e sustenta que houve exagero nas denúncias. Paralelamente, ele chegou a processar a atriz e seu marido, Ryan Reynolds, em uma ação que acabou sendo arquivada. Relembre o caso, clicando aqui.
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Fonte: hugogloss.uol.com.br