Ler resumo Juliane Vieira fez sua primeira aparição pública após receber alta médica, depois de três meses internada por um incêndio em Cascavel (PR). A advogada surgiu em uma prévia de entrevista ao Fantástico, onde comenta a recuperação e fala sobre o que viveu após o resgate.
A advogada Juliane Vieira apareceu publicamente pela primeira vez após receber alta médica depois de passar três meses internada por causa de um incêndio em Cascavel, no oeste do Paraná. A jovem, que sofreu queimaduras em cerca de 63% do corpo ao salvar uma família presa em um apartamento, surgiu em uma prévia da entrevista concedida ao Fantástico, que vai ao ar no próximo domingo (8).
No trecho divulgado, Juliane afirma que pretende relatar os detalhes do que viveu. “Eu vou explicar como tudo aconteceu e como eu consegui sobreviver a essa tragédia”, disse. Questionada sobre seu estado de saúde atualmente, ela respondeu de forma direta: “Tô bem”. Assista ao momento: Advogada que salvou família de incêndio no Paraná aparece pela 1ª vez após 3 meses internada. pic.twitter.com/vxof3ik6Wb — WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) February 5, 2026
Juliane recebeu alta em janeiro, após uma longa internação no Hospital Universitário de Londrina. Desde então, segue o processo de recuperação em casa, que ainda exige cuidados contínuos e acompanhamento especializado. Para auxiliar nesse período, amigos e familiares mantêm ativa uma campanha de arrecadação. A mobilização é liderada por Alanna Koerich, amiga da advogada, que explicou nas redes sociais que Juliane ainda não consegue gravar vídeos para pedir ajuda diretamente. “Quando aconteceu o incêndio, recebi muitas mensagens de pessoas de várias áreas da saúde oferecendo ajuda, mas essas mensagens foram se perdendo”, relatou. Continua depois da Publicidade “Agora que ela está em casa, precisa continuar o tratamento. Então, quem se colocou à disposição, por favor, mande mensagem de novo”, completou. Segundo Alanna, Juliane necessita principalmente de acompanhamento com fisioterapeuta e psicólogo, além de recursos financeiros, já que nem todo o tratamento é coberto pelo SUS. “Muitas coisas ela consegue pelo SUS, mas muitas outras ela precisa arcar com os custos”, explicou. @alannakkoerichEles estão lutando pela vida e precisamos ajudar! Nos ajude doando, compartilhe, comentando, curtindo, qualquer coisa já ajuda🙏 O link da vaquinha está na bio 🙏♬ Oceans (Instrumental Worship) – Glorify & DEVOCIONAL ADORAÇÃO Parte do valor arrecadado anteriormente foi usada para adaptar a casa às necessidades da advogada. “A gente teve que mobiliar tudo, e não são móveis comuns. Foi preciso comprar muita coisa adaptada para receber a Juliane”, contou. Além disso, ela precisa de pomadas específicas para queimaduras, roupas adequadas e itens que não agravem seu quadro clínico. “Ela não pode dormir com qualquer lençol, precisa de roupa própria, medicamentos e de toda uma atenção contínua”, completou. Profissionais de saúde interessados em ajudar podem entrar em contato pelo e-mail alanna.koerich@gmail.com ou pelo perfil de Alanna no Instagram, clicando aqui. Doações financeiras podem ser feitas via Pix pela chave 45999662900, em nome de Sueli Vieira dos Reis, mãe de Juliane. Continua depois da Publicidade O caso O incêndio aconteceu no dia 15 de outubro do ano passado, em um apartamento do 13° andar. Imagens que circularam nas redes sociais à época mostram Juliane do lado de fora do prédio, pendurada em um suporte de ar-condicionado, tentando alcançar os familiares. Após conseguir retirar a mãe e o primo do local, ela foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. Veja: [Atenção! Imagens fortes] ➡️ Durante um incêndio em um apartamento do 13º de um prédio em Cascavel, no Paraná, uma mulher escapou do local pela janela e se pendurou em um suporte de ar-condicionado para salvar uma mãe e uma criança presas na casa. Vídeos feitos por vizinhos mostram os momentos de… pic.twitter.com/Bm7RPVcig6 — Metrópoles (@Metropoles) October 15, 2025 Sueli sofreu queimaduras no rosto e nas pernas, além de ter inalado fumaça, o que resultou em lesões nas vias respiratórias. Ela permaneceu internada por 11 dias no Hospital São Lucas, em Cascavel, até ser liberada. Pietro, por sua vez, foi transferido para Curitiba devido à inalação de fumaça e queimaduras nas pernas e nas mãos. O menino ficou 16 dias internado e recebeu alta no fim de outubro. Continua depois da Publicidade Além da família, um dos bombeiros que atuou no resgate sofreu queimaduras nos braços, mãos e parte das costas. Ele foi hospitalizado, mas recebeu alta. Um segundo socorrista , que teve queimaduras nas mãos, foi encaminhado para atendimento médico e se recuperou.
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Fonte: hugogloss.uol.com.br