Ler resumo O representante de Hayden Panettiere se pronunciou sobre a investigação da morte da atriz, ocorrida em agosto, na Carolina do Sul, em meio à divulgação de informações não confirmadas sobre o caso.
Nesta quarta-feira (16), o representante de Hayden Panettiere se pronunciou após a divulgação de diversas informações sobre a morte da atriz. Ao Entertainment Weekly, ele garantiu que o caso ainda não foi concluído e que os investigadores aguardam resultados importantes para determinar a causa do óbito.
Hayden morreu em 16 de agosto, na Carolina do Sul, após ser encontrada desacordada pelo namorado, Brian Hickerson, e pelo irmão dele, Zach. A causa da morte ainda não foi oficialmente confirmada. A autópsia não identificou “sinais de trauma” que pudessem ter contribuído para o óbito.
A investigação ganhou novos desdobramentos nos últimos dias. Inicialmente, foi divulgado que os investigadores apuravam a possibilidade de a atriz ter tomado, sem saber, um comprimido de oxicodona que continha fentanil. Na sequência, a imprensa estadunidense apontou que a DEA, agência antidrogas dos Estados Unidos, estaria concentrando parte das apurações em mensagens relacionadas a drogas que Hayden teria adquirido com um suposto traficante. Hayden Panettiere morreu aos 36 anos. (Foto: Getty) Continua depois da Publicidade O assessor da atriz, no entanto, destacou que os resultados dos exames toxicológicos ainda não foram concluídos. Ele garantiu que algumas das informações divulgadas recentemente não foram verificadas pelas autoridades. “Conforme informado ontem pelo Gabinete do Médico-Legista do Condado de Greenville, a morte de Hayden continua sob investigação enquanto aguardamos a conclusão dos resultados toxicológicos, apesar de alguns veículos de comunicação terem informado o contrário”, declarou o representante. Continua depois da Publicidade O comunicado também fez referência às diferentes versões que passaram a circular sobre a investigação, especialmente aquelas atribuídas à fontes anônimas. “Relatos recentes atribuídos a fontes anônimas são informações não verificadas e contribuíram para a circulação contínua de informações conflitantes”, reforçou. Por fim, o assessor pediu que o público aguardasse a conclusão do trabalho das autoridades antes de tirar conclusões sobre o que aconteceu com a atriz. “Embora todos estejamos ansiosos para encontrar respostas e compreender melhor as circunstâncias que cercam sua morte, precisamos ter paciência e permitir que o processo de investigação siga seu curso. As respostas que todos estamos buscando virão”, concluiu. A polícia segue investigando a morte de Hayden Panettiere. (Foto: Getty) Continua depois da Publicidade O Gabinete do Médico-Legista do Condado de Greenville também se manifestou recentemente sobre o caso. Na segunda-feira (14), o órgão esclareceu que ainda não havia divulgado nenhuma conclusão sobre a causa da morte de Hayden, contrariando informações que apontavam para uma possível causa do óbito. “Traficante de longa data” Inicialmente, a suspeita era que Panettiere teria sido vítima de um ataque cardíaco. Já na segunda (14), de acordo com o TMZ, os investigadores teriam dito que o óbito pode ter sido causado pela ingestão de um comprimido de oxicodona adulterado com fentanil. Especula-se que substância foi adquirida através de um “traficante de longa data” de Panettiere em Los Angeles, que supostamente fornecia diferentes medicamentos controlados obtidos no mercado ilegal. Como parte da investigação, agentes da DEA cumpriram um mandado de busca na casa da artista em LA, em 25 de agosto, nove dias após a morte dela. Segundo fontes da polícia, os investigadores procuravam evidências relacionadas as substâncias controladas. Hayden Panettiere foi encontrada sem vida pelo namorado, Brian. (Reprodução/ Instagram) Continua depois da Publicidade A operação tinha como objetivo encontrar diferentes drogas que Hayden poderia estar usando e verificar se alguma delas estava misturada com fentanil. Os agentes também procuraram objetos relacionados ao consumo de substâncias ilícitas, além de medicamentos controlados e drogas recreativas. A intenção seria reunir elementos que pudessem ajudar a esclarecer o uso de substâncias pela artistas e identificar possíveis fornecedores. Além da busca na residência, a DEA estaria analisando mensagens trocadas entre Hayden e o suposto traficante durante anos. As conversas teriam continuado até a semana anterior ao óbito da estrela. Contatos ligados à investigação revelaram que as mensagens tratavam especificamente da compra de comprimidos no mercado ilegal. “Há uma série de mensagens sobre drogas”, disse um dos informantes, ao TMZ. Continua depois da Publicidade Enquanto a DEA tenta identificar o suposto fornecedor, moradores do condomínio onde Hayden vivia em West Hollywood relataram uma movimentação que chamou atenção ao longo dos anos. De acordo com pessoas que moravam no prédio, duas mulheres e um homem frequentaram o apartamento da estrela entre 2021 e a semana anterior ao seu óbito. Os vizinhos consideravam os três “suspeitos” e chegaram a acreditar que eles poderiam ser traficantes de drogas.
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Fonte: hugogloss.uol.com.br