Ler resumo O caso contra D4vd, acusado de matar a adolescente Celeste Rivas, teve novos avanços nos Estados Unidos. Em audiência, promotores apresentaram parte das evidências e apontaram a ausência de itens-chave na investigação, enquanto detalham a linha de acusação.
O caso envolvendo D4vd, acusado de assassinar a adolescente Celeste Rivas, ganhou novos desdobramentos. De acordo com o TMZ nesta terça-feira (28), promotores apresentaram as evidências reunidas até o momento, mas reconheceram que ainda há uma extensa lista de itens não localizados durante a investigação. Entre os materiais desaparecidos estão a suposta arma do crime e partes do corpo da vítima, incluindo dois dedos que teriam sido decepados.
Em audiência recente, a acusação destacou que o dedo anelar esquerdo de Celeste, que supostamente tinha o nome de D4vd tatuado, e o dedo mindinho seguem sem paradeiro conhecido. Segundo os promotores, a jovem teria sido morta com um objeto cortante, que até agora não foi encontrado, nem identificado com precisão.
Documentos do processo indicam ainda que D4vd teria tido posse dos restos mortais da vítima, incluindo os dedos desaparecidos, em algum momento após o crime. A acusação também afirma que ele pode ter tido acesso a itens como uma pá, uma motosserra azul Makita de 10 polegadas e uma manta antichamas — considerados elementos-chave, mas que também não foram recuperados. Outras evidências relevantes seguem desaparecidas, como os celulares de Celeste e de D4vd, a bolsa da vítima e imagens de câmeras de segurança da residência do cantor em Hollywood Hills. As gravações corresponderiam ao intervalo entre 22h10 e 22h31 de 23 de abril de 2025, período em que, segundo os promotores, o crime teria ocorrido. O cantor é acusado de matar e manter um relacionamento com a menor. (Foto: Reprodução / Redes Sociais) A ausência desses materiais veio à tona durante a audiência preliminar, quando a acusação detalhou o andamento da investigação e apresentou um panorama do que afirma ter contra o artista. Ainda assim, os promotores sustentam que dados e registros indicam que D4vd teve, em algum momento, acesso a todas as evidências desaparecidas. Continua depois da Publicidade Apesar das lacunas, a acusação afirma possuir outros elementos que embasariam o caso, como mensagens de texto trocadas entre D4vd e Celeste, além de imagens do corpo da jovem, de 14 anos. Segundo os investigadores, a recuperação dos itens desaparecidos pode ser crucial para esclarecer pontos importantes sobre os dias que antecederam o crime. D4vd responde por acusações de assassinato, abuso sexual contínuo de menor de 14 anos e mutilação ilegal de restos humanos. Ele se declarou inocente.
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Fonte: hugogloss.uol.com.br