A rainha Camilla teria conquistado um novo status dentro da monarquia britânica, segundo revelou o RadarOnline recentemente. Fontes afirmam que ela passou a ser vista como uma espécie de “justiceira” da família real após articular o afastamento do ex-príncipe Andrew da vida pública. Christopher Wilson, autor de livros sobre a monarquia, chegou a comparar sua postura à de Isabel, conhecida como Rainha Mãe.
Um informante destacou que, apesar de ser conhecida pela “cordialidade, paciência e diplomacia”, a esposa de Charles III teria adotado uma postura mais firme quando o assunto envolve Andrew: “Nos círculos do palácio, há uma crença cada vez mais forte de que Camilla se tornou uma das figuras-chave a pressionar para que Andrew seja permanentemente afastado da vida real de uma vez por todas”.
Ainda segundo relatos, a rainha mantém uma postura fortemente protetora em relação à Coroa e estaria disposta a tudo para não deixar que escândalos como o de Andrew comprometam o seu legado: “Em privado, diz-se que ela é extremamente lúcida e pouco sentimental quando se trata de proteger o futuro da monarquia”. Além disso, fontes a descrevem como uma “justiceira sorridente”. Andrew foi preso em meio às investigações sobre sua ligação com o financista Jeffrey Epstein (Foto: Getty) Por isso, Camilla teria ampliado sua influência nas decisões envolvendo Andrew nos bastidores da realeza: “Pessoas próximas ao rei acreditam que ela considera a sobrevivência da instituição mais importante do que lealdades pessoais ou laços emocionais, e essa atitude a tornou uma figura muito mais influente nos bastidores do que muitos imaginam”. Mas esse perfil já é bastante conhecido dentro da família. Segundo Wilson, autor de “Um Amor Maior – Charles e Camilla”, a monarca mantém uma postura alinhada à da Rainha Mãe. Além de ser descrita como alguém de semblante “afetuoso” e “confortante”, ela também teria uma “veia implacável” para defender seus interesses e, segundo fontes, consegue mostrar as duas faces. Continua depois da Publicidade Ainda de acordo com Wilson, a rainha consorte se inspira no apoio dado pela monarca em outro momento delicado da história da Coroa, quando Eduardo VIII abdicou do trono em 1936, deixando a crise sob responsabilidade do rei George VI. Ela também compartilha do mesmo sentimento de Elizabeth II, que acreditava que o filho era muito piedoso e deixava a compaixão prevalecer. Segundo o jornalista Christopher Andersen, outra figura teria tido papel importante no afastamento do ex-príncipe Andrew. Em entrevista ao Page Six, ele revelou a reação de Kate Middleton diante dos escândalos envolvendo Andrew, destacando que ela teria feito questão de sua exclusão de eventos: “Ela foi a primeira integrante da realeza a cortar relações com ele, a lhe virar as costas”. Rei Charles III e Rainha Camilla ao lado de William e Kate, em um evento diplomático. (Foto: Getty) Assim como Camilla, Kate teria tomado a decisão para proteger a família. Andrew perdeu parte de seus títulos na monarquia, em meio às repercussões de sua amizade com Jeffrey Epstein e a acusações de abuso sexual. No início deste ano, ele também foi detido pela polícia do Reino Unido por suspeita de má conduta em cargo público, relacionada ao compartilhamento de informações comerciais confidenciais com o empresário, embora tenha sido liberado pouco depois.
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Fonte: hugogloss.uol.com.br