Ler resumo Polícia de Los Angeles detalhou novas provas contra D4vd no caso da morte de Celeste Rivas-Hernandez.
A polícia de Los Angeles afirmou que D4vd comprou duas motosserras e uma pá após a morte de Celeste Rivas-Hernandez. O cantor está preso acusado do assassinato da adolescente. O corpo de Celeste foi encontrado em um carro pertencente ao artista em setembro do ano passado.
As novas informações fazem parte de um conjunto de provas apresentado pelos promotores, que detalha o crime e as ações atribuídas ao cantor após o ocorrido. Segundo a investigação, o artista, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke, teria esfaqueado a jovem em sua casa, em Hollywood Hills, no dia 23 de abril de 2025, após ela ser levada até o local por um carro de aplicativo.
De acordo com os documentos, no dia seguinte, ele teria comprado uma pá, e, cerca de uma semana depois, adquiriu duas motosserras, além de outros itens, como sacos resistentes e uma piscina inflável. Continua depois da Publicidade Segundo relatos, D4vd e Celeste tiveram um relacionamento romântico. (Foto: Reprodução/Instagram) Os investigadores afirmam que, ao revistar o imóvel em setembro de 2025, encontraram “evidências consistentes com o esquartejamento do corpo da vítima na piscina inflável, que continha múltiplos cortes lineares”. Além disso, “diversas amostras biológicas, que testaram positivo para sangue, foram coletadas na área da garagem”. O relatório do legista também apontou que fragmentos de plástico azul, compatíveis com o material da piscina, estavam presentes em partes do corpo da adolescente. Continua depois da Publicidade De acordo com a promotoria, o relacionamento entre D4vd e Celeste teria começado anos antes, quando ela tinha 13 anos e ele 18. A investigação apontou que mensagens de texto mostram que a jovem teria ameaçado expor a relação e “destruir sua vida”, o que teria motivado o crime. Internautas encontraram vídeos e fotos de D4vd e Celeste juntos na web. (Foto: Reprodução/X) Os promotores também sustentam que o cantor tentou encobrir o crime logo após o ocorrido. Segundo a investigação, ele teria enviado mensagens ao celular da vítima após a morte, como parte de um “plano premeditado para encobrir o assassinato”, além de realizar viagens a áreas remotas para se desfazer de objetos e possíveis evidências. Durante audiência recente, a defesa tentou impedir a divulgação de um documento com detalhes do caso. Continua depois da Publicidade D4vd responde a sete acusações criminais, incluindo homicídio, abuso sexual contínuo de uma criança e mutilação de restos mortais. Ele se declarou inocente, mas continua preso sob a alegação de estar em posse de 40 terabytes de pornografia infantil.
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Fonte: hugogloss.uol.com.br