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Ler resumo O rapper Oruam comentou a situação da mãe, Márcia Gama, que passou a ser considerada foragida da Justiça após uma operação da polícia no Rio de Janeiro. Nas redes sociais, o artista saiu em defesa dela.

Nesta quarta-feira (11), Oruam saiu em defesa da mãe, Márcia Gama, apontada como foragida da Justiça após uma grande operação policial contra integrantes do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. O rapper afirmou que sua família está sendo alvo de perseguição e disse acreditar que o caso tem motivação política.

“Minha mãe sofreu tanto, não merece isso. Para me atingir, estão atacando meu bem mais precioso. O sistema é nojento. Só peço que não acreditem em todas essas mentiras a respeito da minha família, [é] ano de eleição e eles são capazes de tudo pra ganhar voto”, escreveu ele. Confira: O cantor se pronunciou nesta manhã (11). (Foto: Reprodução/ Instagram) Márcia é companheira de Marcinho VP, pai de Oruam, apontado como líder do Comando Vermelho. Ele cumpre pena desde 1997. Segundo as investigações, Gama teria participação na mediação de interesses da facção fora do sistema prisional. Ainda de acordo com a polícia, outros parentes de Marcinho também estariam envolvidos no grupo.
Durante a operação, policiais também fizeram buscas em imóveis ligados à família. Em registros divulgados pelos agentes, aparecem alguns dos objetos apreendidos no local, entre eles uma camiseta com o rosto de Marcinho VP estampado e a palavra “liberdade”. A peça é semelhante à que Oruam usou no Lollapalooza 2024. Oruam no Lollapalooza Brasil 2024 (Foto: Natália Rampinelli/ Agnews) O próprio rapper também é considerado foragido da Justiça. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) relatou que a tornozeleira eletrônica do cantor está desligada desde o dia 1º de fevereiro. A juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Tribunal do Rio de Janeiro, assinou o novo pedido de mandado de prisão preventiva. Continua depois da Publicidade Conforme a CNN Brasil, a Seap informou que o equipamento foi instalado no dia 30 de setembro, e a partir de novembro, foram constatadas irregularidades. A Justiça foi comunicada de violações nos dias 1º, 4 e 11 de novembro, 1º e 5 de dezembro. Desde a instalação, ao menos 66 ocorrências, sendo 21 consideradas graves somente em 2026, foram registradas. A defesa de Oruam afirmou ao UOL que os episódios ocorreram por “lapsos” do cantor e sustenta que não existe risco de fuga. Ainda segundo os advogados, em 16 situações a bateria ficou descarregada por menos de três horas. Desse total, 13 teriam ocorrido fora do horário de recolhimento domiciliar, 12 durante viagens previamente comunicadas às autoridades e 6 entre a madrugada e o início da manhã, quando o cantor estaria dormindo.

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Fonte: hugogloss.uol.com.br