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Ler resumo Um sobrinho do tenista Guga será ouvido pela polícia no caso do cão Orelha, atacado na madrugada de 4 de janeiro, em Florianópolis. Ele está em uma lista de adolescentes citados no inquérito policial, com idades entre 14 e 17 anos. A assessoria de Guga se pronunciou.

Um sobrinho do tenista Guga será ouvido pela polícia no caso do cão Orelha, de acordo com o portal de Leo Dias. O menor de idade supostamente estava na Praia da Brava, em Santa Catarina, durante os episódios que envolveram maus-tratos a animais e atos de vandalismo. Além disso, foi revelado que Guga possui uma cobertura na região.

O garoto está em uma lista de adolescentes citados no inquérito policial, com idades entre 14 e 17 anos. Devido às festas de fim de ano e às férias de janeiro, muitos desses jovens estavam hospedados no condomínio e prestarão depoimento ao longo da investigação.
A investigação apura não apenas a participação direta no caso de maus-tratos aos cães, como Orelha e Caramelo, mas também a responsabilidade em atos de vandalismo, como destruição de barracas, brigas com profissionais de portaria do condomínio e uso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes. A polícia também analisa situações de risco envolvendo moradores e visitantes do local, e busca identificar os responsáveis por outras condutas agressivas e potencialmente criminosas no período em que os adolescentes permaneceram na região. Orelha não resistiu ao ataque (Foto: Reprodução/TV Globo) Continua depois da Publicidade A assessoria de Guga se pronunciou ao portal, confirmando que o atleta costuma passar férias na cobertura. “Guga tem imóvel e costuma passar férias no local, mas, por motivos de recesso e férias, não é possível ele comentar o assunto no momento”, declarou. Quanto à relação direta do profissional com o sobrinho citado no inquérito, não houve resposta. Sobre o caso O cão Orelha foi atacado na madrugada de 4 de janeiro, por volta das 5h30, na Praia Brava, em Florianópolis. Laudos anteriores indicaram que ele sofreu um golpe contundente na cabeça, possivelmente causado por chute ou por um objeto rígido. O animal não resistiu e morreu no dia seguinte. Continua depois da Publicidade Na semana passada, a Polícia Civil de Santa Catarina concluiu o inquérito e pediu a internação de um adolescente apontado como autor da agressão. Uma das principais provas citadas foi um vídeo que mostra o jovem deixando um condomínio, às 5h25, ao lado de uma amiga, e retornando às 5h58. A agressão, segundo a corporação, ocorreu por volta das 5h30. Já nesta quinta-feira (12), segundo informações obtidas pela Folha de S. Paulo, o corpo de Orelha passou por exumação após um pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), na terça (10). O processo foi feito pela Polícia Científica de Santa Catarina, e uma pessoa ligada ao governo estadual afirmou que os exames técnicos estão em andamento.

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Fonte: hugogloss.uol.com.br