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Ler resumo Julia Quinn comentou à Us Weekly sobre a possibilidade de trocar os atores de Hyacinth e Gregory nas próximas temporadas de “Bridgerton”, da Netflix. A autora afirmou não saber como a produção conduzirá a adaptação dos livros e destacou que os atores já atingiram a maioridade.

Com a quarta temporada de Bridgerton avançando na história de Benedict Bridgerton (Luke Thompson) e Sophie Baek (Yerin Ha), os fãs já estão de olho no futuro da série — e em uma possível troca no elenco. Em entrevista à Us Weekly, publicada no sábado (7), Julia Quinn comentou se há planos para substituir os atores que interpretam Hyacinth (Florence Hunt) e Gregory (Will Tilston) nas próximas fases da produção da Netflix.

A autora deixou claro que não tem controle total sobre os rumos da adaptação. “Eu não necessariamente sei como eles vão conduzir isso ou escrever. Ou o que vão manter e o que vão mudar”, contou.
A especulação surgiu porque Florence e Will eram pré-adolescentes quando ingressaram na série. “É engraçado porque eles tinham, tipo, 12 e 13 anos quando começaram”, relembrou Julia. “Se você me perguntasse naquela época, eu diria: ‘Eu não sei’. Mas quando os vi novamente na estreia, os dois estavam bebendo vinho”, brincou. Ambos os atores completaram 19 anos no início de 2026. (Foto: Divulgação / Netflix) Segundo ela, ambos já atingiram a maioridade. “Eles têm mais de 18 anos agora, e o Will estava lá com a namorada”, contou. A produção planeja adaptar os oito livros da saga — um para cada irmão Bridgerton — ao longo de oito temporadas. Antes de chegar às histórias de Hyacinth e Gregory, no entanto, a prioridade será desenvolver os arcos de Eloise (Claudia Jessie) e Francesca (Hannah Dodd). “Jess Brownell disse que as próximas duas temporadas serão Eloise e depois Francesca, ou Francesca e depois Eloise, o que faz sentido. Leva alguns anos para filmar, então, quando chegarmos a Hyacinth e Gregory, os atores já estarão bem na casa dos 20”, completou. Diante disso, a autora acredita que a troca pode nem ser necessária: “Então acho que provavelmente vai ficar tudo bem. Vai ser estranho que nós os conhecemos quando tinham 12 anos? A gente vê estrelas mirins crescerem o tempo todo”. A autora também falou da dificuldade de deixar os personagens crescerem na hora de escrever. (Foto: Reprodução / Instagram) Julia ainda revelou que, ao escrever os livros focados nos caçulas, “Um beijo inesquecível” de Hyacinth e “A Caminho do Altar”, de Gregory, também enfrentou dificuldade para enxergá-los como adultos. Continua depois da Publicidade “Como escritora, foi difícil escrever esses dois livros no começo. Eu realmente tive que deixá-los crescer na minha mente, e isso foi complicado para ambos”, admitiu. Ela completou: “Fiquei feliz que alguns anos tenham se passado, mas mesmo assim foi difícil. Eu realmente precisei deixá-los amadurecer. Foi desafiador”.

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Fonte: hugogloss.uol.com.br