Pouco mais de seis meses depois do estouro de “Trem Bala”, o que mudou na vida de Ana Vilela?

“Tudo. É mais fácil falar o que não mudou”, diz Ana em uma entrevista. “Eu não mudei. O resto mudou tudo. A vida melhorou, tenho viajado muito. Tem a rotina de shows, de programas, que eu não tinha noção de como era. Estou colhendo os frutos, com certeza”.

Ela diz não cuidar da parte financeira diretamente: não faz ideia se ganha mais com direitos autorais ou com shows. Mas o fato é que a cantora de 19 anos tem muito a comemorar: “Dei entrada no meu apartamento agora”.

A música chegou ao 42º lugar entre as mais tocadas em rádios do Brasil, segundo a empresa de monitoramento ConnectMix. De acordo com a Crowley, outra empresa do ramo, Ana chegou à 50ª posição. Em um mercado dominado por sertanejo e pop, é um feito botar uma canção tão mansa entre as mais ouvidas.

A gravação com Luan Santana foi algo além de uma parceria profissional. Fã de carteirinha do cantor desde os 11 anos, Ana já havia tentado entrar no camarim e tirar uma foto com ele. Nunca conseguiu. O primeiro encontro foi no “Caldeirão do Huck”, quando tocaram “Trem Bala”.